Não há problema nenhum em citar a Bíblia num acórdão, disse o diretor do Centro de Estudos Judiciários, João Silva Miguel, à TSF: "Ou qualquer outro livro." E o coordenador de formação, Edgar Lopes, corrobora: "Até já citei uma tirinha do Astérix." Porque, explica,"tudo é citável desde que sirva para reforçar o argumento e fazê-lo mais compreensível."