Diário de Notícias

O porta-aviões Charles de Gaulle e uma fragata durante uma missão de reabastecimento , sob a vigilância do avião Hawkeye  (à esq.) e a patrulha de caças Rafale.
"O aumento das despesas com a defesa também cria emprego, impulsiona o investimento e – se for bem orientado – torna as empresas mais produtivas", defende um novo estudo do ESM.
O estreito de Ormuz continua a ser alvo de grande pressão militar por parte de EUA e Irão.
Antes da guerra, 130 petroleiros cruzavam o estreito diariamente. No último fim de semana, foram apenas cinco, o que põe em números a insegurança das empresas relativamente à travessia.
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